Como começa a abordagem aos problemas de comportamento?

By 14/11/2016 Notícias
Rita Jacobetty, a gata Sianna e a cadela Gandhi

Fotografias de Miguel Manso e Nuno Ferreira Santos

Diogo e Diana, com o filho Francisco e os cães Rocky e Chica

Diogo e Diana, com o filho Francisco e os cães Rocky e Chica

Reportagem Público:
Não é um disparate, o cão vai mesmo ao terapeuta

Ana Maria Henriques, jornalista do Público, acompanhou-me num domicílio e viu como decorre uma sessão de consultoria de comportamento. Nesta reportagem do P3 PET fomos a casa da Chica e da sua família conhecer os problemas de comportamento da cadela que estão a ameaçar o seu bem-estar e o dos seus tutores.

O título do artigo diz que “não é um disparate, o cão vai mesmo ao terapeuta” mas esta ainda é uma ideia estranha a muitas famílias que não sabem que há serviços especializados para a saúde mental dos seus cães ou gatos.

E como a Ana Maria relata, as “consultas são para todos e não apenas para o animal ( …) não é a cadela que vai ao psicólogo, é toda a família que precisa de saber que a frustração é entendida e não desvalorizada”. É que na terapia de animais, são os humanos que nos dão grande parte da informação sobre o nosso paciente, e também, serão eles que terão que aplicar os trabalhos de casa diariamente.

Todo o desenvolvimento e implementação de um programa de terapia comportamental é um trabalho de equipa entre o profissional, a família e o animal, e o sucesso depende igualmente de cada um dos elementos – daí a complexidade da psicologia animal!

Agradeço muito à família da Chica por nos receberem e partilharem a sua história (provavelmente parecida com a de tantas famílias). O interesse crescente dos media nestas temáticas é uma grande oportunidade para dar mais visibilidade ao bem-estar emocional dos animais e fazer com que os nossos cães e gatos sejam cada vez mais felizes!

Podem seguir as aventuras desta família no seu Instagram.

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